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Ação de Exigir Contas

Petição Inicial

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Criado

27 de abril de 2025

Atualizado

27 de abril de 2025

Versão

1

Autor

cicero

Jurisdição

br

Resumo

Petição inicial de ação de exigir contas (prestação de contas) movida por um sócio contra outro, alegando má-gestão, ocultação de patrimônio, e fraude decorrente de cisão societária e transferência de quotas. O Autor pleiteia a apresentação de contas detalhadas, incluindo informações bancárias do Réu, e a condenação nas verbas sucumbenciais.

Ação de Exigir Contas com Pedido de Investigação Patrimonial

Petição inicial de ação de exigir contas (prestação de contas) movida por um sócio contra outro, alegando má-gestão, ocultação de patrimônio, e fraude decorrente de cisão societária e transferência de quotas. O Autor pleiteia a apresentação de contas detalhadas, incluindo informações bancárias do Réu, e a condenação nas verbas sucumbenciais.

Qualificação e Endereçamento

{NOME_PARTE_AUTORA}, {QUALIFICACAO_PARTE_AUTORA} residente e domiciliado na Rua {ENDERECO_PARTE_AUTORA}, nº {NUMERO_ENDERECO_PARTE_AUTORA}, Bairro {BAIRRO_PARTE_AUTORA}, nesta Cidade, inscrito no CPF sob nº {CPF_PARTE_AUTORA} vem à presença de V. Exa., propor

AÇÃO DE EXIGIR CONTAS

contra

{NOME_PARTE_RE}, {QUALIFICACAO_PARTE_RE} residente e domiciliado na Rua {ENDERECO_PARTE_RE}, nº {NUMERO_ENDERECO_PARTE_RE}, pelas razões de fato e de direito que passa a expor:

DOS FATOS

Em {DATA_CONSTITUICAO_SOCIEDADE}, conforme consta na cláusula terceira do contrato social, Autor e Réu constituíram uma sociedade que iria atuar sob a razão social de {RAZAO_SOCIAL_SOCIEDADE}.

O capital social era de R$ {VALOR_CAPITAL_SOCIAL} ({VALOR_POR_EXTENSO_CAPITAL_SOCIAL}) e a distribuição era de {DISTRIBUICAO_CAPITAL_SOCIAL}, R$ {VALOR_DISTRIBUICAO_1}, e {DISTRIBUICAO_CAPITAL_SOCIAL_2}, R$ {VALOR_DISTRIBUICAO_2}.

A irmandade reinava com tranquilidade. Apesar de constar na cláusula quarta que a sociedade seria administrada pelo sócio gerente Sr. {NOME_SOCIO_GERENTE_1}, e pelo sócio gerente Sr. {NOME_SOCIO_GERENTE_2}, nunca foi assim.

{NOME_SOCIO_QUE_ADMINISTRA}, autoritariamente obrigava seu irmão a trabalhar bastante na atividade-fim da empresa e como tinha mais cultura desempenhava o lado administrativo, sem nunca prestar contas do capital ativo ou passivo.

Assim, o Réu {NOME_PARTE_RE}, entregava ao seu irmão aquilo que ao seu alvitre era o resultado do exercício, correspondente a sua quota-parte. Os lucros e prejuízos nunca foram objeto de balanço idôneo conforme determinava a cláusula oitava do contrato social de então.

Toda a administração e o trato ficeiro foram arrebatados pelo Réu.

Era notório que o Autor, pessoa de poucas luzes era explorado no seu trabalho e na sua boa-fé.

O contrato social sofreu um adendo em {DATA_ADENDO_CONTRATO} e foi alterado em {DATA_ALTERACAO_CONTRATO} quando foi admitido na sociedade o Sr. {NOME_NOVO_SOCIO}.

Foi ratificada a razão social da empresa em {DATA_RATIFICACAO_RAZAO_SOCIAL} e em {DATA_NOVA_ALTERACAO_CONTRATO} foi registrada nova alteração do contrato social, aumentando-se o capital que é novamente aumentando em {DATA_AUMENTO_CAPITAL}.

Em {DATA_VENDA_QUOTAS} o sócio {NOME_SOCIO_VENDE_QUOTAS} vende e transfere suas quotas, momento em que os problemas começaram. Como {NOME_SOCIO_QUE_NAO_PRESTA_CONTAS}, não prestava contas e nada informava aos demais era natural que lhe fossem exigidas tais informações. {NOME_SOCIO_QUE_NAO_PRESTA_CONTAS}, se recusou e o sócio se retirou. A ditadura imposta por {NOME_SOCIO_QUE_NAO_PRESTA_CONTAS}, não encontrava freios. O enriquecimento injustificado do Réu que só tinha aquela fonte de renda era evidente.

Se o Autor insistisse na prestação de contas era ameaçado de ser expulso da empresa e não ter meios de sobreviver.

O filho de {NOME_SOCIO_QUE_NAO_PRESTA_CONTAS}, {NOME_FILHO_SOCIO}, é demitido sem o menor fundamento. O dinheiro se tornava escasso e o Réu cada vez mais rico. O Réu adquiria bens imóveis e móveis em número muito maior em relação ao Autor e nada justificava. Um sócio se retirou e o dinheiro da empresa desapareceu. A bem de não poder comprometer seu sustento as normas impostas por {NOME_SOCIO_QUE_NAO_PRESTA_CONTAS}, eram acolhidas.

O trabalho com descanso e a remuneração, lucros, despesas eram totalmente sonegados ao Autor. O Réu continuava adquirindo bens. Comprou uma casa em {LOCAL_COMPRA_CASA} que é um verdadeiro palácio. Mandou construir um poço artesiano de valor aproximado de setenta mil dólares, aproveitando-se de uma viagem que o autor fez a {LOCAL_VIAGEM_AUTOR}. Adquiriu uma F-1000 e um caminhão F-4000, tudo durante a existência da sociedade. Tudo sempre novo.

E os sócios ficavam inertes sob a alegação de que ele seria justo na partilha. {NOME_SOCIO_QUE_NAO_ESPEROU} não esperou.

{NOME_SOCIO_COM_PARCA_CULTURA}, pessoa de parca cultura e de boa-fé com o irmão, era confortado pelos familiares e incitado por eles a nada fazer.

Todavia, o nível de riqueza do Réu começou a aumentar tanto, assim como o trabalho do Autor, que a situação ficou insuportável para ele, que cada vez empobrecia mais, sob a alegação do seu irmão de que as despesas eram grandes assim como os impostos. Nenhuma conta era mostrada. A administração era única e exclusiva do Réu. O dinheiro era manuseado apenas pelo Réu sigilosamente.

O contrato social é alterado em {DATA_ALTERACAO_CONTRATO_2} e em {DATA_ALTERACAO_CONTRATO_3}, em face da situação insustentável, a empresa é cindida.

O Autor nada entendia. O Réu era acostumado a trabalhar com papéis e muito íntimo do Contador {NOME_CONTADOR}. O Réu alegou que a empresa estava endividada. Mencionou que havia uma dívida de R$ {VALOR_DIVIDA_EMPRESA}, juntos aos Bancos.

Os livros comerciais simplesmente desapareceram.

Os livros desapareceram, repita-se.

Não havia dinheiro. Entretanto, o Réu aplicava no Banco {NOME_BANCO_APLICACAO} das cidade de {CIDADE_BANCO_APLICACAO_1} e de {CIDADE_BANCO_APLICACAO_2}, bem como no Banco {NOME_BANCO_APLICACAO_2} em {CIDADE_BANCO_APLICACAO_3}.

Quando ocorreu a cisão da empresa o número de empregados era de vinte. A empresa cindenda do ora Autor restou com apenas 2.

Se ambos tinham a mesma participação social, como se admitir tamanha discrepância? O Autor é pessoa de poucas posses enquanto o Réu é milionário.

Sob a alegação de que havia uma dívida nunca comprovada o requerido permaneceu com todo o fundo de comércio da empresa {NOME_EMPRESA}. Ficou com o prédio, telefone, todos os empregados, etc. Em realidade, além de ter sido fraudado o Autor foi expulso da empresa.

A situação injusta é cristalina. O Autor, que a vida inteira trabalhou como marceneiro na empresa foi praticamente expulso, enquanto seu irmão que não era dado ao trabalho com a madeira e tampouco a quaisquer outros tipos de trabalho, enriqueceu as custas do trabalho do irmão e ficou com os bens da sociedade alegando uma dívida que nunca existiu.

O prejuízo do autor foi propalado por toda a cidade.

DO DIREITO: CISÃO, CESSÃO E TRANSFERÊNCIA DE QUOTAS

Conforme faz prova a documentação em anexo, datada de {DATA_CISÃO_DOCUMENTO} de {MES_CISÃO_DOCUMENTO} de {ANO_CISÃO_DOCUMENTO}, num primeiro momento ocorreu a cisão parcial da sociedade e, posteriormente, a cessão e transferência de quotas.

{NOME_SOCIO_NAO_CONSEGUIU_JUSTIFICAR}, não conseguiria justificar como, com uma simples cisão parcial, o seu irmão ficaria com tão pouco patrimônio para prosseguir na atividade que a vida inteira trabalhou. Uma empresa era cindida igualmente, eis que cada sócio detinha a mesma participação social, e um permanecia com o telefone da indústria, no mesmo lugar, com os habilidosos empregados e se utilizando do fundo de comércio exclusivamente, enquanto o outro, com apenas dois funcionários inexperientes, tendo que construir o prédio para a indústria cindenda e totalmente sem dinheiro para custear as despesas. Depois da cisão, o Réu prosseguiu com a mesma publicidade da indústria, não fazendo referência da cisão. Para comprovar basta olhar no informativo publicitário da cidade, em anos posteriores que a razão social {RAZAO_SOCIAL_POS_CISAO}. Continuava sendo utilizada exclusivamente por {QUEM_UTILIZAVA_RAZAO_SOCIAL_POS_CISAO}.

Tal situação será objeto de ação própria de indenização por perdas e danos.

Então, o engodo escolhido por {QUEM_ESCOLHEU_ENGODO} foi, no mesmo instrumento Particular de Alteração de Contrato Social, fazer uma Cessão e Transferência de Quotas, para sua esposa {NOME_ESPOSA}.

Assim, aos olhos de todos poderia ser dito que a divisão não foi igual porque A. teria recebido uma parte em dinheiro. Esqueceu-se {QUEM_ESQUECEU} de que o patrimônio acumulado por ele antes da alteração contratual, denunciaria a fraude.

Como se não bastasse, o patrimônio que seria vertido para a empresa cindenda, e que {QUEM_SE_OBRIGOU_NO_PROTOCOLO} se obrigou no Protocolo de Cisão Parcial de Sociedade, foi descumprido. A violência era incrível. Os familiares tentavam manter a situação sob controle e fora do alcance da justiça.

Os balanços patrimoniais nunca eram apresentados e quando mostrados eram notadamente incorretos.

Foi, então, feita uma “Proposta de divisão de Patrimônio” conforme decisão na reunião de {DATA_REUNIAO_DIVISAO}, conforme combinado na presença dos Srs. {NOME_PRESENCA_1}, {NOME_PRESENCA_2}, {NOME_PRESENCA_3}, e esposa {NOME_ESPOSA_REUNIAO} e {NOME_PRESENCA_4}”.

A fraude inteira veio à tona. A maracutaia é totalmente desvendada. O ardil e o dolo são desmascarados. {QUEM_ASSOCIADO_FRAUDE_1} associado a {QUEM_ASSOCIADO_FRAUDE_2}, escondem os bens.

Sigilosamente, e abusando da boa-fé de {QUEM_ABUSOU_BOA_FE}, não trazem para a partilha os bens mais valiosos. Se nada havia para esconder, por que não mencionar os bens que caberiam a {QUEM_CABERIAM_OS_BENS}?

Consta na dita Divisão de Patrimônio apenas “a parte que cabe a {QUEM_CABERIA_PARTE}”. Tudo que evidentemente será objeto de Ação cautelar de arrolamento, eis que o que se busca com a presente são as contas durante a existência da sociedade e o demonstrativo dos bens adquiridos por {QUEM_ADQUIRIU_BENS}.

Só assim, com a devida prestação de contas, se poderá descobrir se eram verdadeiras as informações sobre as dívidas da empresa que, por certo, já se mostram infundadas.

Constou na alteração do contrato social:

“Os sócios da sociedade com este instrumento, e na forma de direito, dando cumprimento a tudo quanto foi avençado no referido protocolo de Cisão Parcial, em seus exatos termos, dão por definitivamente cindida a sociedade, com a versão parcial de seu patrimônio líquido à empresa cindenda em constituição, assumindo a responsabilidade passiva para todos os fins e efeitos de direito, em relação aos atos comerciais, fiscais e tributários praticados até a presente data”.

Sob este ponto, argumentou {QUEM_ARGUMENTOU}, conforme se provará, que a sociedade estava endividada junto aos bancos. Dívida que consistia em {DIVIDA_EM_QUE}. Com a decisão o Réu ficaria responsável pela dívida. Contudo, o significado do texto é bem outro. A pouca cultura do Autor em assuntos tais, foi campo fértil para que a simulação encenada por {QUEM_ENCENOU_SIMULACAO} desse resultado.

No que consistia a dívida bancária da empresa? Qual era o banco credor de tal monta?

Amparado na dívida bancária, possivelmente fantasiosa, {NOME_SOCIO_QUE_ANGARIOU_BENS} angariou bens de considerável monta e de grande importância para o prosseguimento normal das atividades na indústria. A sociedade {NOME_DA_SOCIEDADE_COM_PROBLEMAS}, com a cisão, não fechou nem um dia. Tudo prosseguiu normalmente.

Talvez, por essas razões, que a dissolução de sociedade comercial, regida pelo Código de Processo Civil anterior, e até mesmo a cisão, regulada pelo art. 229 da Lei 6.404 de 15 de dezembro de 1.976, tenham normas minudentes e rígidas para tal proceder, até mesmo admitindo forma consensual.

No presente feito trata-se de uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada. Todavia, a situação de serem prestadas informações sobre a operação – cisão – restou integralmente descumprida. Assim como o previsto no contrato social. A cláusula 2ª da última alteração contratual e consolidação determina:

” Em caso de morte ou de retirada de um dos sócios, será a sociedade automaticamente dissolvida, e os bens e lucros partilhados entre os sócios e seus herdeiros, na proporção de suas quotas sociais, após pagos todos os credores da sociedade.”

Por que não dissolver a sociedade? Cada sócio ficaria com a metade do patrimônio, Situação esta que prejudicaria muito as reais intenções do Réu. Desde logo se vê, que muitas ações após esta serão ajuizadas. O descumprimento da determinação do estatuto suficiente para anular as falcatruas impostas por {NOME_SOCIO_QUE_IMPPOE_FALCATRUAS}.

O Réu {NOME_PARTE_RE} deverá prestar contas de toda sua gestão de fato e, principalmente, da dívida antes mencionada, assim como os valores ficeiros que aplicava junto aos bancos referidos e do “seu” patrimônio particular.

DOS PEDIDOS

Em face do exposto, requer se digne V. Exa.:

a) determinar que a prestação de contas ora pleiteada seja feita nos seguintes termos e procedimentos judiciais dos arts. 550 e ss. Do CPC/2015.

b) determinar a citação do Réu {NOME_PARTE_RE} para no prazo legal apresentar contas ou contestar a ação nos termos ora apresentados, querendo, sob pena de confissão e revelia;

c) A forma da apresentação de contas deverá ser a adequada e deverá englobar todo o patrimônio social e particular do requerido até então, nos termos do art. 551 do CPC/2015.

d) Requer, outrossim, a procedência integral da ação, para:

  1. se prestadas as contas, verificando saldo credor na sentença, cobrá-lo em execução;

  2. se não prestadas, e, por conseguinte, ser contestada a ação, condenar o réu a prestá-las no prazo de 15 (quinze) dias, sob pena de não ser lícito impugnar as que o Autor apresentar;

  3. Que o saldo credor seja apurado com juros e correção monetária;

  4. Seja oficiada as seguintes repartições bancárias para que informem o saldo bancário existente no nome de {NOME_PESSOA_OU_EMPRESA_BANCO}, ou da empresa {NOME_EMPRESA_BANCO}, no período de {DATA_INICIAL_BANCO} a {DATA_FINAL_BANCO} de {MES_ANO_BANCO}:

    1. Banco {NOME_BANCO_1}
    2. Banco {NOME_BANCO_2}
    3. Banco {NOME_BANCO_3}
  5. Requer, ainda, a condenação do Réu no pagamento das custas judiciais e honorários advocatícios na base de 20 % sobre o valor de condenação, acrescido de juros e correção monetária na forma da lei, conforme apurado em liquidação;

  6. Finalmente, protesta pela produção de todo o gênero de provas admitidas em direito, inclusive o depoimento pessoal do Réu sob pena de confissão e da perícia contábil;

Valor da Causa R$ {VALOR_DA_CAUSA}.

Nestes termos, Pede deferimento.

[Local] [data]


[Nome Advogado] – [OAB] [UF].

79 campos personalizáveis neste modelo

Nome Parte AutoraQualificacao Parte AutoraEndereco Parte AutoraNumero Endereco Parte AutoraBairro Parte AutoraCpf Parte AutoraNome Parte ReQualificacao Parte ReEndereco Parte ReNumero Endereco Parte ReData Constituicao SociedadeRazao Social SociedadeValor Capital SocialValor Por Extenso Capital SocialDistribuicao Capital SocialValor Distribuicao 1Distribuicao Capital Social 2Valor Distribuicao 2Nome Socio Gerente 1Nome Socio Gerente 2Nome Socio Que AdministraData Adendo ContratoData Alteracao ContratoNome Novo SocioData Ratificacao Razao SocialData Nova Alteracao ContratoData Aumento CapitalData Venda QuotasNome Socio Vende QuotasNome Socio Que Nao Presta ContasNome Filho SocioLocal Compra CasaLocal Viagem AutorNome Socio Que Nao EsperouNome Socio Com Parca CulturaData Alteracao Contrato 2Data Alteracao Contrato 3Nome ContadorValor Divida EmpresaNome Banco AplicacaoCidade Banco Aplicacao 1Cidade Banco Aplicacao 2Nome Banco Aplicacao 2Cidade Banco Aplicacao 3Nome EmpresaNome Socio Nao Conseguiu JustificarRazao Social Pos CisaoQuem Utilizava Razao Social Pos CisaoQuem Escolheu EngodoNome EsposaQuem EsqueceuQuem Se Obrigou No ProtocoloData Reuniao DivisaoNome Presenca 1Nome Presenca 2Nome Presenca 3Nome Esposa ReuniaoNome Presenca 4Quem Associado Fraude 1Quem Associado Fraude 2Quem Abusou Boa FeQuem Caberiam Os BensQuem Caberia ParteQuem Adquiriu BensQuem ArgumentouDivida Em QueQuem Encenou SimulacaoNome Socio Que Angariou BensNome Da Sociedade Com ProblemasNome Socio Que Imppoe FalcatruasNome Pessoa Ou Empresa BancoNome Empresa BancoData Inicial BancoData Final BancoMes Ano BancoNome Banco 1Nome Banco 2Nome Banco 3Valor Da Causa

Fim do modelo

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