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Ação de Consignação em Pagamento

Petição Inicial

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Criado

27 de abril de 2025

Atualizado

27 de abril de 2025

Versão

1

Autor

cicero

Jurisdição

br

Resumo

Petição inicial de Ação de Consignação em Pagamento movida por consumidora contra prestadora de serviços de telecomunicações. O atraso na entrega da fatura inviabilizou o pagamento pontual, e a requerente pretende depositar o valor original da mensalidade, recusando-se a pagar juros e multas decorrentes do atraso imputável à ré, utilizando-se dos procedimentos previstos no art. 539 do CPC/2015.

Ação de Consignação em Pagamento

Petição inicial de Ação de Consignação em Pagamento movida por consumidora contra prestadora de serviços de telecomunicações. O atraso na entrega da fatura inviabilizou o pagamento pontual, e a requerente pretende depositar o valor original da mensalidade, recusando-se a pagar juros e multas decorrentes do atraso imputável à ré, utilizando-se dos procedimentos previstos no art. 539 do CPC/2015.

Endereçamento

EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DA {NUMERO_DA_VARA}ª VARA {ESPECIFICACAO_VARA} DA COMARCA DE {NOME_DA_COMARCA}

Qualificação das Partes e Ação Proposta

{NOME_PARTE_AUTORA}, {NACIONALIDADE}, {ESTADO_CIVIL}, {PROFISSAO}, residente e domiciliada na Rua {ENDERECO_PARTE_AUTORA}, nº {NUMERO_ENDERECO_PARTE_AUTORA}, Bairro {BAIRRO_PARTE_AUTORA}, em {MUNICIPIO_UF_PARTE_AUTORA} – UF, por seu procurador, que subscreve a presente (procuração inclusa – doc. 01), estabelecido com escritório na Av. {ENDERECO_ADVOGADO}, nº {NUMERO_ENDERECO_ADVOGADO}, ap. {APARTAMENTO_ENDERECO_ADVOGADO}, Bairro {BAIRRO_ENDERECO_ADVOGADO}, em {MUNICIPIO_UF_ADVOGADO} – UF, onde recebe intimações, vem, perante Vossa Excelência, propor

AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO

contra

{NOME_PARTE_RE}, pessoa jurídica de direito privado, prestadora de serviços de telecomunicações, com sede localizada na Rua {ENDERECO_PARTE_RE}, nº {NUMERO_ENDERECO_PARTE_RE}, Bairro {BAIRRO_PARTE_RE}, em {MUNICIPIO_UF_PARTE_RE} – UF, pelos fatos e argumentos a seguir expostos:

Dos Fatos

A autora celebrou com o réu um contrato de telefonia fixa, conforme documento anexo (doc. 02), contrato este que especifica claramente que as mensalidades dos serviços prestados deverão ser pagas todos os dias {DIA_VENCIMENTO} (oito) de cada mês.

A requerente vinha efetuando, até o momento, o pagamento das mensalidades, na mais rigorosa pontualidade, sendo que em muitas oportunidades os pagamentos aconteceram antecipadamente, como é facilmente percebível nas datas impressas mecanicamente nos comprovantes de pagamentos anexos (doc. 03 a 05).

Entretanto, no mês de {MES_REFERENCIA}, a autora viajou com sua família e deixou para o caseiro a responsabilidade do pagamento das prestações relativas àquele período, as quais foram efetuadas, exceto a prestação do telefone, pois esta não foi enviada pelo correio no seu tempo devido.

A conta do telefone chegou na residência da autora apenas no dia {DIA_RECEBIMENTO} de {MES_RECEBIMENTO} de {ANO_RECEBIMENTO}, ou seja, com mais de um mês de atraso.

No mesmo dia em que recebeu a conta, dirigiu-se a um dos postos responsáveis pela empresa de telefonia, sendo informada pelo funcionário responsável que ela não possui nenhum direito quanto a este imprevisto e que a única saída é o pagamento de multa e juros, se desejar continuar recebendo os serviços da empresa.

E ainda se negou a receber o pagamento no mínimo justo e correto, de R$ {VALOR_MENSALIDADE_ATRASO} ({VALOR_POR_EXTENSO_MENSALIDADE_ATRASO}), pois não foi a autora a responsável pelo atraso. Para tanto, para poder quitar a referida mensalidade, o réu exige da mesma a quantia de R$ {VALOR_TOTAL_COBRADO} ({VALOR_POR_EXTENSO_TOTAL_COBRADO}), sendo discriminado em: Mensalidade – R$ {VALOR_MENSALIDADE}.

Obviamente o que aqui, Excelência, está em questão não é o valor da multa e juros, os quais não são de tamanha monta, mas o direito da autora, que se sente lesada em seu direito, pois não é ela a responsável pelo atraso, e desta forma então não deve ser punida por um erro ou negligência que não cometeu.

Se a empresa tiver esta atitude com todos os seus usuários, que hoje já são superiores a {NUMERO_USUARIOS}, enviando a conta com um mês de atraso a todos, terá um lucro desonesto e criminoso de {LUCRO_DESONESTO} reais por mês.

O que tenta demonstrar a Autora é o abuso de poder de uma grande empresa, contra nossa sociedade, carente e desamparada, a qual, além de cobrar uma mensalidade para padrões americanos, abusiva, tenta com clara má-fé ludibriá-los através destes engodos desonestos.

Do Direito e Da Consignação em Pagamento

Ora, visando acautelar interesses do devedor, impedindo a mora debendi, o art. 539 do Código de Processo Civil/2015 permite a consignação de quantia ou coisa devida, com efeito de pagamento, dispositivo plenamente aplicável ao caso vertente:

Art. 539. Nos casos e formas legais, poderá o devedor efetuar o depósito da quantia ou coisa devida, a fim de extinta, nos termos deste Capítulo, a obrigação correspondente.

Para tanto, a autora depositou a importância de R$ {VALOR_DEPOSITADO} ({VALOR_DEPOSITADO_POR_EXTENSO}), correspondente à mensalidade já vencida e recusada pelo réu, em estabelecimento bancário oficial, qual seja na conta nº {NUMERO_CONTA_BANCARIA} do BANCO {NOME_BANCO}, agência {NUMERO_AGENCIA}, conforme orientação legal prevista no § 1º do art. 539 do CPC/2015 referido (doc. {NUMERO_DOCUMENTO_DEPOSITO}).

Ocorre que o réu manifestou sua recusa, por escrito, ao estabelecimento bancário, de receber a mensalidade (doc. {NUMERO_DOCUMENTO_RECUSA}), não restando ao autor outra alternativa que não a propositura da presente ação, no prazo exigido pelo § 3º do citado art. 539.

Dos Pedidos

1 – REQUERIMENTO

É a presente ação, portanto, para requerer o depósito da importância em epígrafe, nos termos do § 3º do citado art. 539 do Código de Processo Civil/2015, rogando seja citado o réu para levantar o depósito em dia e hora fixados por Vossa Excelência, dando a correspondente quitação ou oferecer resposta, sob pena de revelia, procedência do pedido, extinção da obrigação e condenação do réu nas custas e honorários de advogado.

Protesta por todos os meios de prova em Direito admitidos, juntada de novos documentos, depoimento pessoal do réu e de testemunhas a serem arroladas oportunamente, bem assim prova pericial.

Dá à causa o valor de: R$ {VALOR_DA_CAUSA}.

Nestes termos,

Pede deferimento.

{LOCAL} {DATA}

{NOME_ADVOGADO}{OAB} {UF}.

46 campos personalizáveis neste modelo

Numero Da VaraEspecificacao VaraNome Da ComarcaNome Parte AutoraNacionalidadeEstado CivilProfissaoEndereco Parte AutoraNumero Endereco Parte AutoraBairro Parte AutoraMunicipio Uf Parte AutoraEndereco AdvogadoNumero Endereco AdvogadoApartamento Endereco AdvogadoBairro Endereco AdvogadoMunicipio Uf AdvogadoNome Parte ReEndereco Parte ReNumero Endereco Parte ReBairro Parte ReMunicipio Uf Parte ReDia VencimentoMes ReferenciaDia RecebimentoMes RecebimentoAno RecebimentoValor Mensalidade AtrasoValor Por Extenso Mensalidade AtrasoValor Total CobradoValor Por Extenso Total CobradoValor MensalidadeNumero UsuariosLucro DesonestoValor DepositadoValor Depositado Por ExtensoNumero Conta BancariaNome BancoNumero AgenciaNumero Documento DepositoNumero Documento RecusaValor Da CausaLocalDataNome AdvogadoOabUf

Fim do modelo

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